Nesta série de estudos sobre mordomia, já tivemos excelentes artigos sobre o tema que não poucas vezes nos intriga e até nos faz fugir. A mordomia inclui uma entrega total de vida e de sentimento; de relacionamento com Deus, que sendo abstraio, não dá para mensurar com os parâmetros humanos. Entretanto quando "dói no bolso", teorizamos muito, às vezes, e praticamos pouco. Aí dá para mensurar, até com parâmetros humanos.
Mordomo vem do latim MAIORDOMV - o criado maior (major) da casa (domicílio). O criado que virou senhor (domino), o maioral; o administrador dos bens do seu senhor.
Aquele que o senhor entrega os seus bens e descansa: - Está em boas mãos.
Será que Deus pode dizer isso de nós: A minha casa está em boas mãos?
Haverá fartura, não desperdício: "recolhei os pedaços que sobejaram para que nada se perca" (Jo 6.14b).
Para fazer missões, isto é, levar o Evangelho a milhões de perdidos sem Cristo, é preciso atitude séria e comprometedora. Ela nos move em todos os sentidos.
A ordem de Jesus não prescreve. Ela tem validade até o dia da sua volta.
Precisamos portanto:
1. Orar pela propagação do Evangelho.
2. Contribuir com o nosso dízimo.
3. Contribuir com ofertas específicas para missões.
4. Entregar a nossa própria vida e ir, se formos chamados para tal.
O levantamento de oferta não é invenção moderna, mas está embasado na Palavra de Deus: l Co. 16.1 e 2; At. 4.32-37; Lc. 10.7; l Cr. 29.14; Ml. 3.10.
De várias formas, estes textos e muitos outros nos instruem ou mostram a graça de contribuir. Vamos cuidar bem da casa do nosso Senhor, porque Ele vai voltar, e vai pedir contas a nós, mordomos de sua propriedade.
Ely Fonseca de Almeida |