A Bíblia nos ensina a orar, segundo a vontade de Deus. Nestes tempos do fim, como podemos chamar a era cristã é mais fácil descobrir a sua vontade, porque temos, por Sua graça, a revelação completa nas páginas do Novo Testamento. Hoje temos a revelação escrita completa.
Nossa indagação é sobre que assuntos devemos e precisamos orar, segundo a vontade de Deus. No texto de Mateus 6: 19 – 13 temos pontos básicos para oração no modelo de oração ensinado por Jesus, no Sermão do Monte. Em primeiro lugar aprendemos que a oração deve ser dirigida ao Pai – “Pai nosso que estás nos céus”. Devemos rogar pela vinda do seu domínio sobre nós e em nós – somos seus servos. Por extensão, a sua segunda vinda, na consumação dos séculos; além disso, ele mostra o forte desejo de ser realizada a vontade de Deus: “Seja feita a tua vontade”; Também devem ser contempladas na oração as nossas necessidades quotidianas, representadas na expressão: “O pão nosso de cada dia nos dá hoje”; Nos nossos relacionamentos humanos, e para com Deus, especialmente, carecemos de perdão dos nossos pecados que o texto como se fosse uma dívida nesta linguagem configura: “Perdoa as nossas dívidas”. De fato, só Deus pode perdoar pecados. Da mesma maneira é salutar “perdoarmos aos nossos devedores”. Que tenhamos a sua direção, e assim alcançaremos a vitória sobre a tentação e o pecado.
Aprendemos da Palavra de Deus que devemos suplicar por nossa saúde. Na epístola de Tiago somos admoestados a orar nos dias da doença (Tiago 5: 13 – 16). Orar, chamando os entendidos do assunto, sem deixar de fazer uso cauteloso dos recursos curativos, eles procedem do Senhor Deus é o poderoso salvador do corpo e da alma.
Devemos orar por todos os homens, incluindo os reis, todas as autoridades, sem nos esquecermos das nossas próprias vidas e pela salvação dos pecadores (I Tim. 2: 1 – 4) “Deus quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade”.
Somos mordomos da nossa própria saúde; então é justo que oremos por nossa longevidade. Ezequias estava doente para morrer; ele orou ao Senhor, e Deus ouviu a sua oração e “acrescentou aos seus dias quinze anos” (Is. 38: 1 – 5).
É dever nosso orar por sabedoria e entendimento, e assim orou Salomão: “A teu servo, pois, dá um coração entendido para julgar o teu povo”, Deus lhe deu a sabedoria e o entendimento que pediu. ( I Reis 3: 5 – 9).
Podemos orar por vestimenta, por proteção e alimento. Com isso a ansiedade desaparece: “Buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mt. 6: 33 mas é bom ler desde o verso 25 – 34).
Nunca devemos esquecer de orar pela prosperidade dos nossos propósitos, como cria Paulo: “Pedindo sempre em minhas orações nalgum tempo, pela vontade de Deus, se me ofereça boa ocasião de ir ter convosco”.
A Palavra de Cristo nos admoesta a orar pelos nossos inimigos – “Orai pelos que nos maltratam e nos perseguem” (Mat. 5: 44).
O que acabamos de ver mostra-nos que Deus é Pai e devemos buscá-lo sempre em oração, porque para isso o Cordeiro de Deus com seu sacrifício já nos abriu a porta para o trono da graça; se não temos é porque não pedimos, e se pedimos, e não temos é que não o fazemos com fé, com a confiança de que com certeza ele nos dará o pão e o peixe de que necessitamos. |