A Supremacia do Amor dos Pais (Paráfrase de l Coríntios 13) |
Se eu tivesse o dom de compreender o filho, mas não o amasse, estaria vivendo como hipócrita. Se possuísse o dom de prever tudo que meu filho poderia ser, mas não o guiasse para sê-lo, seria falho no desempenho da minha responsabilidade. Se eu desse ao filho todas as coisas materiais que pedisse e satisfizesse todos os seus desejos, seria isso uma prova do meu amor por ele? Se eu permitisse que meu filho me usasse para obter tudo quanto ele desejasse, mas às custas do respeito que ele deveria ter por mim, estaria falhando na comunicação da essência do verdadeiro amor. O amor vê a criança como sendo uma pessoa de valor incalculável. O amor rejeita o comportamento indigno de uma criança, mas aceita a criança que se comporta mal. O amor compreende. O amor guia. O amor encoraja. O amor dá liberdade... mas o amor também estabelece limites. O amor não tem fim. O amor permite que a criança pense como criança, fale como criança e comporte-se como criança. O amor não espera que a criança fale como adulto, nem pense como adulto, nem se comporte como adulto. Conseguimos compreender pouco a respeito do potencial que jaz na vida de cada criança. Ao vivermos perto dela, porém, chegamos a conhecê-la melhor. Existe a fé a respeito daquilo que a criança poderá vir a ser. Existe a esperança de que a compreensão e a direção que dermos à criança há de ajudá-la a ser tudo quanto poderá ser. Existe o amor, que deseja para a criança aquilo que é melhor para ela, e para todos quantos a cercarem; amor que respeita a criança; amor que marca limites para a criança; amor que conduz a criança a ser a pessoa que Deus pretende que seja. Fé na criança! Esperança no seu futuro! Amor que é uma constante em sua vida! Mas o maior é o amor. |
(Extraído) |