Uma das definições mais belas de Aurora é aquele período antes do nascer do Sol, mas que este, antes mesmo de nascer, já ilumina o horizonte.
Esta cantata narra de uma forma singela e doce todo o cenário do nascimento de Jesus. Fala dos campos, da gente rude e simples. Da paisagem às vezes hostil. De pessoas que viviam o seu dia-a-dia e que de repente foram surpreendidas com o cumprimento daquela promessa que o Messias nasceria em Belém.
Fala de José e Maria como seres humanos escolhidos por Deus para cuidar do Seu Filho... É importante sempre no Natal dar o enfoque a Jesus que é a encarnação do Verbo de Deus. Ele é a única razão de ser do Natal. Sem a presença do Messias, toda e qualquer comemoração se esvaziaria e se compararia a tantas outras festas que se fazem anualmente.
Nesta cantata Jesus é o centro. Não poderia ser de outra forma. Entretanto ela nos traz às mentes, sem pieguice, um cenário do cotidiano daquela gente simples da Judéia.
Como é bom saber que Deus se utilizou de pessoas comuns para cuidar do Seu Filho. Verdadeiramente o Verbo que se fez carne e habitou entre nós... Ele é a Luz. Ele é a Estrela da Manhã. Ele ó o Sol do qual as trevas se afastam por completo, porque não conseguem conviver com a luz.
Ó dia já raiou. Não vivemos mais uma expectativa da vinda do Messias, porque Ele já veio.
Cantai homens, cantai!
Aquele menino frágil nos braços de Maria não é mais menino.
É o Salvador. É o Senhor . É o Rei.
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