A Salvação - VII

Uma Adoção

Já temos refletido sobre os variados ângulos da Adoção de filho. Nesta corrida para a conclusão deste empolgante tema é tempo de fazer um exercício de memória par tentar mencionar os tópicos em que nos detivemos em diferentes considerações. É isto que faremos a seguir.

Depois de introduzido o precioso tema, detivemo-nos sobre a significação da adoção: apreciamos a condição em que a adoção se dá; então, refletimos sobre o tópico que trata do tempo da adoção; procuramos com esmero deixar claro o sinal da adoração e proclamamos o grito da adoção; também não nos esquecemos de mencionar e avaliar as bênçãos da adoção, e, como se não bastasse, pusemos em evidência as responsabilidades da adoção.

Aqueles que são adotados na família de Deus são guiados pelo Espírito de Deus. Em cada um crente deve haver a consciência da presença de Deus, e de ser dirigido pelo Espírito Santo regenerador. Deste modo é própria a indagação: Sou guiado pelo Espírito Santo? Tenho confiança em Deus como meu Pai? Valho-me desta liberdade de acesso à Sua presença? Amo os irmãos, a família de Deus, como devo? Tenho uma real consciência de filho? Sou obediente aos mandamentos que o Pai tem dado a mim?

É tempo de deixar a espiritualidade infantil e assumir a posição de homem feito em Cristo. A maturidade cristã é desejada, e temos aprendido que "cada um dará conta de si mesmo a Deus".

Cada um deve possuir o que puder possuir de maneira honesta, justa e boa, vivendo como filho de Deus e herdeiro de Deus. O adotado, tem vontade própria. O plano de adoção tem como condição única a aceitação de Jesus Cristo como Salvador. O filho adotivo de Deus tem o caráter da nova criatura. (Rom. 8: 23). Deus não impõe a adoção: isto é algo aceitável. Jesus Cristo é o método de Deus para este tipo de escolha, pois a Escritura diz: "Como também nos elegeu nele (em Cristo), antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis, diante dele, em amor; e nos predestinou para filhos de adoção, por Jesus Cristo" (Ef. 1: 4, 5).

A pessoa adotada gozava, na nova família, de todos direitos de um legítimo filho e perdia todo direito na sua família anterior. Perante a lei era uma nova pessoa. Paulo disse que Deus fez isto por nós. Estávamos inteiramente debaixo do poder do pecado e do mundo. Deus, por Cristo nos tirou do domínio deste poder, pondo-nos debaixo do seu domínio. Esta adoção elimina o passado de tal maneira que somos feitos novas criaturas. Temos passado da família do mundo e do mal para a família de Deus. Eis no que se resume a adoção que recebemos pela fé em Cristo Jesus (Gál. 4: 5)

 

Pr. José Alves da Silva Bittencourt